Desilusões?
Alguns votantes de Cavaco Silva nas últimas presidências ( ver por todos,
Paulo Gorjão e
João Gonçalves) começam a dar sinais de impaciência perante a actuação política do Presidente da República. Ainda não compreenderam que, obviamente, vai ser mais do mesmo, a saber: a) apoiar todas as medidas do Governo que lhe pareçam boas para a recuperação dos atrasos estruturais do país, mesmo em dessintonia com o PSD; b) contribuir para afastar a actual direcção do PSD, porquanto a considera incapaz de, no futuro, substituir na governação o PS com a "linha reformista" que o PS está a imprimir e que o país precisa; c) preparar a sua reeleição, procurando cativar os diversos segmentos socio-eleitorais (sobretudo aqueles que nele não votaram), porque não quer ficar na história como o primeiro Presidente da República não reeleito. Mais do que isto são ilusões de quem o queria ver como primeiro ministro outra vez.
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Experiências.Luis Novaes Tito anda a fazer experiências em
Liga Leve.
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Solidariedade Ibérica
Os trabalhadores da Opel/Saragoza estão a realizar uma greve (duas horas por turno) de solidariedade com os trabalhadores portugueses da Opel/Azambuja, em luta contra o encerramento da fábrica. (No PUXAPALAVRA)
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Política à portuguesa?
Um relatório do Observatório Português dos Sistemas de Saúde, apresentado hoje, indicava que os preços dos medicamentos vendidos fora das farmácias eram mais caro do que nestes estabelecimentos.
A oposição, de ponta a pavio, sem assomo de contenção, mal cheirou a nesga, veio zurzir sem dó nem piedade no Ministro da Saúde e no Primeiro-ministro, mesmo depois de aquele ter já declarado que o dito relatório não merecia credibilidade. Nuno Melo, do PP, no seu estilo meio arrogante, meio “comicieiro”, exigiu aos microfones da TSF um pedido de desculpas de José Sócrates e que este reconhecesse que se tinha enganado. Zita Seabra, menos arrogante, mas também em tom esganiçado, afinou pelo mesmo diapasão.
Agora, Pedro Ferreira, coordenador do Observatório Português dos Sistemas de Saúde desvalorizou as conclusões do relatório deste organismo sobre o aumento do preço dos medicamentos sem receita, afirmando que "
ainda é cedo para se chegar a uma avaliação credível" sobre o tema. Pedro Ferreira admite que são necessários mais estudos e que a observação feita não é "taxativa", informa o
Público.
Espera-se, agora, novas declarações de Nuno Melo e Zita Seabra ou, então, um pedido de desculpas (Ou isso é só para os outros?)
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A não esquecer .
Até 3 de Setembro, no MUSEO NACIONAL CENTRO DE ARTE REINA SOFIA: Picasso. Tradición y vanguardia, a celebrar os 25 anos da chegada da Guernica a Espanha.
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