Tempos houve em que homens sem medo - generais ou não - enfrentavam com coragem as dificuldades.
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Lisboa está cheia de vacas, não perca a oportunidade.
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Carlos Martins - "Do outro lado", amanhã, às 19 Horas, no S. Luis.
Com Bernardo Sassetti, Alex Frazão e Nelson Cascais. Convidado para uma canção: Carlos do Carmo.
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Hoje há novidades: O Presidente da República falou e convocou o país (para utilizar a expressão que Francisco Louçã utilizou quando apresentou a sua candidatura à Presidência da República, mas o país não entendeu e deu-lhe menos expressão eleitoral que ao partido que o apoiou) para "pensar global e agir global" . Esperamos que o país e, principalmente os empresários, a quem a mensagens se dirigiu, entendam o que Cavaco Silva quiz dizer.
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Será recado para alguém que assina os seus textos como historiador?: «Um dos deveres dos historiadores é não fazerem previsões, pois ninguém sabe o futuro, mas usarem o seu sentido da História para dar uma ideia, fazer uma previsão educada sobre direcções prováveis. Para mim, a linha que não se deve cruzar é a do envolvimento directo em política partidária. Quando se faz isso - e, claro, muitos colegas meus fazem-no - inevitavelmente corrompe o nosso julgamento.» Garton Ash, em entrevista ao Expresso.
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A raiz do medo, Medina Carreira, no Público de ontem. «Perante estas dificuldades e incertezas, o quadro político vigente é caracterizado pelo imobilismo. Todos os partidos com assento parlamentar estão "cercados" pelos cinco a seis milhões de portugueses que, sustentados pelo Orçamento, reclamam respeito pelos direitos e pelas expectativas "adquiridas": políticos, funcionários, reformados, subsidiados e familiares - o nosso Portugal mais conservador e privilegiado - constituem uma permanente "ameaça", que só tem consentido a mentira ou a dissimulação. Eles são a raiz do medo. Os políticos activos fingem assim desconhecer que o Estado Social europeu do século XX é filho de um "negócio" entre os capitalistas e os trabalhadores, destinado a "redistribuir" por todos a abundante riqueza que se criava. E que agora, sem nada para redistribuir a contento de todos, o "negócio" terá de ser repensado ou acabará arruinado. Não há solução à vista, resta a demagogia e o País segue à deriva. O Estado Novo, perante o problema colonial, recusou também repensar e simulou desafiar os "ventos da história". A democracia de Abril, já mais vesga que aquele, tenta ignorar esses "ventos". É sina e será desgraça nossa.»
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