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por Tomás Vasques, em 09.03.06
Até amanhã

(Catherine Abel) Posted by Picasa

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publicado às 23:53

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por Tomás Vasques, em 09.03.06
O beija-mão à antiga portuguesa

A FILA DA AJUDA

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publicado às 22:32

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por Tomás Vasques, em 09.03.06
"Presidencialistas" à vista
Escrevi esta manhã:«aguarda-se para breve a chegada dos cantos de sereia dos “presidencialistas”. A ver vamos se terão algum eco para os lados de Belém».
Palavras não eram escritas, mais cedo do que pensava, a Grande Loja avança:
Como diria a Dona Constança: "Habituem-se!:
"De acordo com a leitura que faço dos poderes presidenciais inscritos na Constituição, considero que o Presidente da República deve acompanhar com exigência a acção governativa e deve empenhar-se decisivamente na promoção de uma estabilidade dinâmica no sistema político democrático", Cavaco Silva, discurso de tomada de posse como Presidente da República, 9 de Março de 2005.
Depois há esta passagem do texto da Lusa (aqui) que fornece mais um sinal: O Presidente da República alertou que a estabilidade política - valor que defendeu durante toda a campanha - "não é um valor em si mesmo" nem se pode "confundir com imobilismo".
Isto dito num contexto político em que há uma maioria parlamentar de um só partido tem o seu significado. Se tem....

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publicado às 19:27

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por Tomás Vasques, em 09.03.06
Significativa leitura da democracia [corrigido]

«À excepção dos deputados comunistas e do bloco de esquerda, todos os outros aplaudem Cavaco Silva no momento da posse». - Diz o locutor da RTP. Eles só respeitam os resultados eleitorais porque outra coisa não podem fazer. (uma coisa é não aplaudir um discurso do qual se discorda; outra, bem diferente, é não aplaudir o momento da transferência de poderes resultante de eleições).

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publicado às 10:13

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por Tomás Vasques, em 09.03.06
Hoje há novo Presidente



Quase dois meses depois das eleições, como se a transição entre dois Presidentes da República fosse um acto complicado, toma hoje posse Cavaco Silva., sucedendo no cargo ocupado nos últimos vinte anos por dois socialistas – Mário Soares e Jorge Sampaio. Pelo perfil do novo presidente e pelo perfil do actual primeiro-ministro, sustentado por uma maioria absoluta no parlamento, neste primeiro mandato presidencial do agora empossado, e salvo situações imprevisíveis, os tempos que se avizinham não são de feição para o PSD de Marques Mendes, nem para os arautos do presidencialismo. Cavaco vai querer dar o seu contributo para que o Governo ultrapasse com algum sucesso a má situação económica e financeira do país, Esta colaboração entre Cavaco Silva e José Sócrates vai prejudicar a estratégia de oposição do PSD de Marques Mendes. No entanto, aguarda-se para breve a chegada dos cantos de sereia dos “presidencialistas”. A ver vamos se terão algum eco para os lados de Belém.

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publicado às 09:45

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por Tomás Vasques, em 09.03.06
Leituras matinais
O Iraque numa encruzilhada
Loureiro dos Santos, no Público
«São difíceis as opções que se colocam aos Estados Unidos, todas susceptíveis de desencadear efeitos negativos.Por um lado, a situação exige a permanência das suas forças no Iraque até que o processo de construção do novo Estado iraquiano se consolide, pois elas constituem o principal factor de equilíbrio e de segurança de todos os grupos sectários que se confrontam politicamente e lutam entre si num patamar reduzido de violência, que ameaça transformar-se numa guerra aberta. A instabilidade aguda poderá exigir mesmo o aumento dos efectivos no teatro de operações.Por outro lado, torna-se indispensável começar a retirar forças substanciais, ainda durante este ano. O Partido Republicano receia cada vez mais a possibilidade de as eleições do próximo Outono lhe retirarem o controlo do Congresso, e a popularidade de Bush desliza para níveis onde só caíram presidentes que já estavam em nítida perda - Truman e Nixon, este seis meses antes da sua renúncia. Finalmente, manter no Iraque um número de efectivos militares idêntico ao actual, durante muito mais tempo, ameaçará seriamente a operacionalidade das forças terrestres dos Estados Unidos, o que se reflectirá na diminuição da capacidade da superpotência global usar o poder militar para defender os seus interesses, nos diversos pontos do mundo onde podem ser postos em causa».

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publicado às 08:32



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