SONDAGENS Não devemos esquecer a vitória das sondagens.
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A FRASE DA NOITE (II)"Espero estar à altura da confiança dos portugueses" - Cavaco Silva.
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A FRASE DA NOITE "Quem pensar que nos derrotou está enganado!" - Francisco Louçã.
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O PRÉMIO VAI PARA:"O socialista mais fiel desta campanha" - ver
aqui.
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CAVACO SILVA Discurso de vitória muito equilibrado.
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Winston Churchill, em 1940, no dia em que a Alemanha começou a ofensiva a Ocidente, invadindo a Holanda, a Bélgica, o Luxemburgo e a França, foi nomeado Primeiro Ministro. Fez com que o seu país resistisse às derrotas dessa Primavera de 1940, e ao desaparecimento de todos os seus aliados ocidentais, da Noruega à França, e dirigiu-o durante a Batalha de Inglaterra. Finalmente, aliado à União Soviética, desde o primeiro momento da invasão alemã, em Junho de 1941, e com o apoio e depois a participação activa dos Estados Unidos na guerra, acabou por vencer Hitler. Mesmo antes do fim da guerra, sofreu uma espectacular derrota nas eleições de 1945, sendo o seu governo substituído pelos trabalhistas de Atlee.
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CITAÇÕES "Só é vencido quem desiste de lutar" - Mário Soares.
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HIPÓTESES
A leitura dos resultados mostra que, caso os socialistas apresentassem um único candidato, a segunda volta destas eleições era inevitável.
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OS DADOS ESTÃO LANÇADOS Segundo as projecções, Cavaco Silva é o próximo Presidente da República. Manuel Alegre fica à frente de Mário Soares, o candidato do Partido Socialista. Aguardemos a contagem dos votos.
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LEITURAS MATINAIS
O concerto sem chefe de orquestra. Mário Mesquita, no Público:
"Onde não há nostalgia, não há progresso", sustenta Régis Debray, essa estranha figura de antigo guerrilheiro, filósofo e conselheiro político do presidente Mitterrand. A nostalgia é, para Debray, tudo o que lhe resta do revolucionário guevarista que, noutros tempos, foi. As revoluções, entre o século XVII e o século XX, quiseram sempre refazer a revolução anterior: "só os conservadores não são nostálgicos".A afirmação de Régis Debray aparece no âmbito de uma reflexão sobre o jornalismo contemporâneo (Médias, nº5, entrevista com Emmanuelle Duverger e Robert Ménard), publicada sob o título provocativo de "Os políticos são os criados domésticos dos jornalistas". Se nem sempre é rigoroso ou razoável, Debray é criativo, irreverente, incómodo, mesmo quando se assume sob o signo do passado e da nostalgia.Neste caso, a nostalgia reporta-se ao jornalismo do tempo em que os repórteres dispunham de dois ou três meses para escrever uma série de quatro ou cinco reportagens longas e desenvolvidas, e os diversos títulos da imprensa - republicana, socialista, monárquica, católica ou jacobina - reenviavam os seus leitores para mundos diferentes uns dos outros, em vez de confluírem num consenso em que só pequenas subtilezas de tom ou de pormenor marcam suaves distinções.
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