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Passos Coelho aproveitou a ocasião para anunciar que passava a viajar, na Europa, em classe turística. A medida, que se aplaude, não se compreende se não for acompanhada pela extensão da regra a todos os organismos do Estado e empresas públicas. Não faz sentido entrar no mesmo avião o primeiro-ministro e um administrador de uma empresa pública, o primeiro viajar em turística e o segundo em executiva. E, aproveitando a boleia, devia o governo decidir, antes de aplicar qualquer medida de agravamento da vida dos portugueses, um pacote de desengorduramento do Estado. Só assim se compreenderá que a decisão de viajar em classe turística não foi um número à Sócrates.