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Ainda se procede à procura das últimas vítimas mortais da tragédia na Madeira e já o magistrado do Ministério Público na Madeira se meteu em bicos de pés. Declarou à comunicação social que mandou abrir «um inquérito às circunstâncias das mortes na Madeira pode revelar indícios para abrir processos-crime por falhas no ordenamento do território.» É evidente que ninguém de bom senso acredita que este «inquérito» se concretize, mas também não foi esse o objectivo do magistrado do Ministério Público. O único objectivo foi a ânsia incontida do Ministério Público em «fazer» política e de «aparecer» na comunicação social. Caso contrário, abria o «inquérito». Ponto. Alberto João Jardim chamou canalhas a todos os que se querem aproveitar politicamente da trágica situação. Com toda a razão.