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A pergunta:
A minha resposta:
Caso fosse o mesmo Belmiro de Azevedo que despediu diplomaticamente José Manuel Fernandes de director do Público – mais uma vítima do holocausto -, tal como um outro Belmiro de Azevedo, o da Prisa, que afastou Manuela Moura Guedes, é provável que sim, que também se «prestaria aos serviços». A este e a qualquer outro governo, se estas decisões têm este entendimento.