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A propósito de uma entrevista de ocasião, no Correio da Manhã, a uma jovem deputada do PCP, natural de Estremoz, de seu nome Rita, a blogosfera excitou-se com uma resposta sobre o Gulag, em concreto, e sobre a história do movimento operário e comunista, em geral. Essa excitação apenas revela que acreditam que o PCP existe, como «representante da classe operária» e que os seus militantes são de «outra têmpera». Aviso-vos que isso é uma alucinação de sexagenários e septuagenários, quer dentro, quer fora do «partido». O futuro do PCP está na Rita e nas muitas Ritas que hão de aparecer, o que não significa que o «partido» se «destalinize».