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O Presidente da República não disse nada de essencial para o esclarecimento da história das escutas, o que significa que a história das escutas não passou de uma invenção de assessores da presidência, como toda a gente supunha. Daí a declaração atabalhoada do Presidente assente em «interpretações pessoais» e escamoteando o facto principal que desencadeou a «história»: os textos do Público em Agosto.