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Gosto do Carlos Vidal porque ele nunca esconde o que lhe vai na alma, nem pretende ser «politicamente correcto». Resumiu, assim, os resultados eleitorais de hoje: vitória retumbante da direita (PS) e da extrema-direita (CDS/PP). Esta é a verdade por detrás da cortina do hotel Vitória. Mas Jerónimo de Sousa encolhe-se, faz de dançarino e de avô cantigas. Assim, nunca verá carros a arderem nas ruas, montras de bancos partidas e, pior do que isso, «entra no jogo democrático» e é ultrapassado, pela esquerda, por Louçã, um «puto» da burguesia que nunca entrou numa fábrica e andou metido com a padralhada.