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||| - Sei que não vou por aí!

por Tomás Vasques, em 21.01.08



Por aqui, neste triste e pobre país, «socraticamente amordaçado», emergem, cada vez mais, «sinais de carácter fascizante.» – dizem-me alguns, com voz melosa. A esperança está no outro lado do mar, também me dizem. Ainda ontem, a «democracia», mais uma vez, deu sinais de vitalidade. O povo cubano, feliz, ocorreu às urnas para eleger, pela vigésima vez consecutiva(o que equivale a 48 anos – tantos quanto durou a «democracia» do Estado Novo) o grande timoneiro da «democracia cubana»: o eterno «camarada» Fidel Castro. Não há, pois, que fugir à «realidade» porque ela, maléfica, nos apanha ao virar da primeira esquina, como nos apanhou na noite de 09 de Novembro de 1989, em Berlim. Eu, pela minha parte, sei que não vou por aí!
(Foto de uma rua no centro de Havana tirada daqui.)

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publicado às 21:06

O António deu a resposta à pergunta 26 ) Sobre as crescentes limitações nos processos eleitorias: Tão bom que é haver partido único. Sei sempre em quem votar e não há limitações.

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publicado às 13:31

João Espinho responde à pergunta 13) Sobre a retirada de propaganda visual e das estruturas que lhe dão suporte: Uma prática muito habitual do PCP em Beja é arrancar a publicidade de eventos promovidos por outras Câmaras Municipais que não são da CDU.

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publicado às 08:48

Uma gentil leitora, identificada, respondeu à pergunta 29): Quanto à reforma do ensino superior é caso para dizer Fundações mas sem estacas!!!

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publicado às 01:34




António Vilaguires , num tom bem disposto, como quem me convida para um almoço, solicitou-me resposta às questões abaixo enumeradas. Apelo a 29 almas caridosas: enviem-me a resposta a cada uma das questões suscitadas ( não me tirem o prazer de responder à 9) Sobre a imposição excessiva de limitações quanto a espaços).


O que gostaria de saber é o que o Tomás Vasques pensa sobre:





1) As novas leis ditas de “reforma do sistema político”.



2) Sobre os processos de governamentalização e concentração de poderes nas áreas da segurança interna.



3) Sobre o processo de reorganização das forças de segurança.



4) Sobre os novos projectos de governamentalização da justiça.



5) Sobre o cartão único.



6) Sobre as anunciadas alterações às leis eleitorais.



7) Sobre as crescentes limitações ao direito de propaganda política.



8) Sobre as múltiplas acções visando iniciativas de divulgação e afirmação política.



9) Sobre as exigências ilegítimas de licenciamento.



10) Sobre a imposição excessiva de limitações quanto a espaços (quando a lei, e só ela, claramente tipifica os locais e regras a que deve obedecer).



11) Sobre a pretensão da obrigação de informação ou autorização prévia.



12) Sobre a invocação de abusivos regulamentos de publicidade para impedir iniciativas de propaganda.



13) Sobre a retirada de propaganda visual e das estruturas que lhe dão suporte.



14) Sobre o impedimento de distribuição de documentos escritos em locais públicos, invocando a natureza privada da propriedade dos espaços e locais.



15) Sobre a aprovação dos chamados regulamentos municipais de propaganda e publicidade.

16) Sobre a identificação de membros do PCP e da JCP, de activistas e dirigentes sindicais e associativos por parte das forças de segurança.



17) Sobre o levantamento de processos no sentido de criminalizar essas actividades.



18) Sobre as medidas que, visando a alteração da correlação de forças nas relações de trabalho, se traduzem em retrocessos graves no plano da democracia participativa e nos direitos de organização e acção sindical.



19) Sobre a proibição da actividade sindical e das comissões de trabalhadores nas empresas.

20) Sobre a perseguição e na repressão aos dirigentes sindicais e activistas e a todos aqueles que assumem a defesa dos interesses dos trabalhadores.



21) Sobre o refinamento dos mecanismos de pressão e repressivos limitativos do simples direito à sindicalização e do direito à greve. Sobre o Código do Trabalho.

22) Sobre a ofensiva contra os trabalhadores da Administração Pública.

23) Sobre a degradação das relações laborais dos profissionais da comunicação social.

24) Sobre a imposição da Lei do Estatuto do Jornalista ou da chamada flexigurança.

25) Sobre as medidas relativas à escola com a desvalorização da participação dos estudantes nas suas estruturas associativas.

26) Sobre as crescentes limitações nos processos eleitorais.

27) Sobre a negação do direito à propaganda.

28) Sobre as pressões inadmissíveis para fazer abortar as suas formas de luta.

29) Sobre a reforma do ensino superior.



Será que o Tomás Vasques nos vai dar, nem que seja sobre uma só questão, a sua opinião? - Pergunta António Vilarigues. Eu respondo: se ninguém me enviar respostas, depois do apelo que fiz ao começo, pelo menos respondo à 9) Sobre a imposição excessiva de limitações quanto a espaços. Até lá, António Vilarigues, não fique impaciente. Os truques nem sempre funcionam.

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publicado às 00:41



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