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||| Estou de acordo.

por Tomás Vasques, em 23.01.09

Hoje, quase todos os políticos portugueses de direita pensam como a esquerda – escreve João Miranda a propósito da abstenção do PS, PSD e CDS-PP, na Assembleia Municipal de Lisboa, na votação de uma proposta do Bloco de Esquerda a favor da geminação de Lisboa com Gaza, cidade sob o controlo dos neo-fascistas do Hammas. Mas outros exemplos podem ser dados, como as propostas do CDS-PP e do PSD, na Assembleia da República, tendo por objectivo suspender a avaliação dos professores, por exemplo.

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publicado às 22:03

|||A medida das coisas.

por Tomás Vasques, em 05.10.08

A Companhia Teatral do Chiado nasceu, em 1991, a partir da cedência de um espaço Municipal. Sem concurso público. Se fosse hoje, Mário Viegas teria de ir pedir asilo a Espanha. Mas, o que agrava a situação, é que Tierno Galván, nessa altura, já não era alcalde de Madrid.

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publicado às 00:12

|||Lisboa vista à distância.

por Tomás Vasques, em 16.09.08

 

Largo de São Vicente, fronteiro ao mosteiro com o mesmo nome. (Lisboa, S.OS.)

 

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publicado às 00:42

|||Lisboa vista à distância.

por Tomás Vasques, em 13.09.08

 

 

 

Esta imagem serve, também, para deixar memória do meu carro debaixo dos escombros (ontem, na Rua da Mãe d´Água, ao Príncipe Real)

 

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publicado às 19:20

|||Lisboa vista à distância.

por Tomás Vasques, em 08.09.08

 

 

Flamingos no Tejo. (Foto de O Jumento).

 

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publicado às 23:15

|||Lisboa vista à distância.

por Tomás Vasques, em 08.09.08

 

Lisboa, Mouraria. Largo das Olarias. (Lisboa SOS)

 

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publicado às 00:47

|||Memórias do Largo do Rato.

por Tomás Vasques, em 28.07.08

 

Para o Mário Rui, o Largo do Rato é a sua aldeia, por isso, não quer lá o moderníssimo mausoléu:

«O Largo do Rato nunca foi bonito, mas era mais bonito quando tinha o Tasco, muitos eléctricos, a bomba de gasolina, quando o 18 era uma grande e luminosa taberna com memória de fado. No Rato, as risonhas e sevilhanas góticas do Frágil esperavam por um autocarro de dois andares, madrugada. Muito usada foi, a balança dos Correios, para pesar erva. A loja do sr. Serafim era um pavor de flanelas, a do sr. Farinha era pior. A Fernandes era melhor do que é hoje. Logo ao início de cada uma das suas ruas, tantas coisas boas. A Dione, a Brumel. A charcutaria Brasil. Os livros da Vampiro no alfarrabista, antes do talho de carne de cavalo. As motas, que vinham de todos os lados para a Alsaciana. E a Associação Escolar de São Mamede, onde estive da infantil até à 4ª classe sem que alguém me aborrecesse com religiosidades ou parvoíces do regime (passava-se, sem dizer ai, à frente dos textos de louvor aos almirantes). A coisa lá era muita leitura, interpretação, gramática, redacção ("o coelho é um mamífero que, depois de morto, dá uma carne saborosíssima"), reguadas, matemática, história e geografia. E beijos das professoras e da dona Patrocínio. Quando antevejo o moderníssimo mausoléu, mas tão moderno, mas mesmo tão moderno, oh yeah, que vai limpar aquela minha velha mancha roxo-velho, onde depois houve bailes étnicos aos fins-de-semana, lembro as batas brancas e os maternais nomes de Helena, Isabel, Eugénia. E o Rui Manuel, o Seixas, o Elias, o Baeta, o Manuel Augusto, o António Ribeiro, o Lampreia, o Marino, uns amigos, outros "inimigos", todos amigos no tempo

 

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publicado às 08:04

||| Previsões.

por Tomás Vasques, em 26.07.08

«A previsão mais fácil de fazer» – escreve o Pedro Correia. Estou de acordo. Mas, afinal, a quem é que o Zé faz falta?

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publicado às 23:28

||| Objectivo cumprido.

por Tomás Vasques, em 11.07.08

Carmona Rodrigues deu como cumprido o objectivo principal da sua candidatura à Câmara de Lisboa: enterrar Marques Mendes. Com o objectivo cumprido, retira-se. Lisboa agradece.

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publicado às 23:33

||| Hiper-realismo [2].

por Tomás Vasques, em 09.07.08

 

 

Lisboa. Pátio de Dom Fradique (ao Castelo). 2008. Escultor desconhecido.

(Lisboa S.O.S.)

 

 

 

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publicado às 00:57

||| Prazeres e rituais.

por Tomás Vasques, em 22.06.08

 

Cumpri hoje um ritual de muitos anos. Saí de casa, a pé, pela noite morna, e fui até à Bica. Abanquei no Beco dos Arciprestes, como em todos os outros anos. Salvou-se o caldo-verde, já que é muito raro encontrar sardinhas tão más. A sangria, essa, não era mais do que uma mixórdia inqualificável. Mas, sabia ao que ia. É esta cidade genuína que me dá prazer. É esta liberdade de escolha que nenhuma polícia me pode tirar.

 

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publicado às 00:17

||| Lisboa desaparecida.

por Tomás Vasques, em 13.06.08

 

Como sublinha o Francisco, hoje é sexta-feira, 13, sobretudo em Lisboa. No dia da cidade, nem o santo padroeiro colaborou: a Europa ficou sem o Tratado, pelo menos o de Lisboa, e o Sport Lisboa e Benfica ficou sem a Europa, pelo menos a dos campeões. É muito num dia só para uma só cidade.

 

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publicado às 17:04

||| Lisboa: ou se sobe ou se desce.

por Tomás Vasques, em 01.02.08

Foto de Alexandre Guerra.

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publicado às 11:29

Lisboa pelintra.

por Tomás Vasques, em 18.07.07

O Jumento chama a atenção para a Lisboa cada vez mais pelintra, e um dos exemplos é que «o Terreiro do Paço parece o parque de campismo de Monte Gordo». Passei por lá no Domingo e fiquei de boca aberta. A comparação com o parque de campismo de Monte Gordo é ajustada. Mas, aquele abarracamento pelintra albergou, durante o fim de semana, a Festa da Diversidade, e o meu camarada José Leitão escreveu que «É positivo que a Câmara Municipal de Lisboa tenha disponibilizado um espaço tão rico de significado como o Terreiro do Paço para a sua realização contribuindo para dar visibilidade à diversidade e ao cosmopolitismo que caracterizam Lisboa cada vez mais.» Com todo o respeito pelo evento, cosmopolitismo? Aquele abarracamento naquela praça? Terceiro-mundismo é o que é.

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publicado às 00:32

Lisboa.

por Tomás Vasques, em 13.07.07

Chegámos ao último dia da campanha eleitoral para as eleições intercalares em Lisboa. Está à vista de todos que a cidade nunca esteve tão abandonada e maltratada. A todos os níveis: dos espaços verdes à reabilitação urbana, da cultura à limpeza. Das finanças aos recursos humanos – um capital precioso (de conhecimento e dedicação) indispensável para «fazer» a cidade que está desmotivado e sem rumo. Este foi o resultado da gestão do PSD/CDS nos últimos seis anos. Lisboa precisa de ser tratada por quem goste de a ver bonita, por quem lhe dedique atenção e não lhe meta os cornos. Agora, neste acto eleitoral, é preciso escolher uma nova liderança e uma nova maneira de olhar e de tratar Lisboa. Nas actuais circunstâncias, António Costa é o único que tem condições de assumir e protagonizar essa mudança. Por isso, e por Lisboa, votarei na sua candidatura.

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publicado às 10:11



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