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||| A história vai para a cama com quem a levar.

por Tomás Vasques, em 08.02.09

Um dia dizem-me: estamos perante a agonia do capitalismo. Marx está cada vez mais actual; e Lenine, também (e citam-me O imperialismo, estádio supremo do capitalismo). Falam-me no regresso a Marx. E apontam-me os desacatos nas ruas de Atenas como o início da revolução mundial. No dia a seguir, os mesmos, dizem-me: ver trotskismo na estratégia da tendência maioritária do Bloco de Esquerda é só porque te incomoda o seu crescimento eleitoral. Afinal, em que ficamos? Se regressamos a Marx e a Lenine porque carga de água querem esconder Trotsky? Só porque foi apagado nas fotografias?  

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publicado às 20:45

||| BE: estas coisas vêm sempre ao de cima [3].

por Tomás Vasques, em 08.02.09

O Bloco de Esquerda elegeu hoje a sua «mesa nacional»: nos 10 primeiros da lista apresentada por Louçã 6 são professores ou professores universitários; a estes ainda se juntam 2 jornalista, um sociólogo e um animador sócio-cultural. É caso para dizer: o BE mete as «massas trabalhadores» no quarto das traseiras. Talvez por não saberem comer à «mesa nacional».

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publicado às 13:40

BE: estas coisas vêm sempre ao de cima [2].

por Tomás Vasques, em 08.02.09

Um amigo enviou-me um e-mail onde diz que este meu post tem um «erro de análise» na medida em que Gil Garcia, que fez as despesas oposicionistas na Convenção do Bloco, não é da linha «marxista-leninista». É também de origem trotskista, como Louçã. Eu sei, e conheço toda a história. Se atendesse ao percurso, caberia a Luís Fazenda desempenhar o papel de «marxista-leninista», mas ele já não está para aí virado. Eu refiro-me às posições assumidas nesta Convenção. E aqui, Gil Garcia assumiu a linha «dura», bolchevique. Luís Fazenda já há muito tempo que aderiu ao «entrismo» e ao «frentismo» trotskista.

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publicado às 10:06

||| Esquerda e democracia.

por Tomás Vasques, em 08.02.09

Mário Soares escreveu há dias, no DN: «Lula da Silva, Hugo Chávez, Evo Morales, (…) manifestaram-se violentamente contra o capitalismo financeiro-especulativo – o que está certo: esse tipo de capitalismo morreu – e em favor do socialismo. Mas que socialismo? Não, seguramente, o socialismo de tipo soviético ou, muito menos ainda, chinês... Do socialismo democrático, não gostam. Então, qual?». A questão é esta. Qual «esquerda»? Qual «socialismo»? A «convergência à esquerda» e «quebrar o tabu da incomunicabilidade das correntes de esquerda» são frases delidas pelo uso no último século. São frases ocas, vazias, que só querem dizer que quem as profere não sabe o que quer. Convergência à volta de quê? O que é que se abriga debaixo do chavão «esquerda»? O totalitarismo soviético era de esquerda? O «socialismos» cubano e norte coreano são de esquerda? Se a «convergência de esquerda» tem apenas por limite eleger um candidato presidencial de esquerda expliquem-nos isso claramente (o PS sozinho já elegeu dois), mas não nos contem histórias da carochinha. Isto não funciona com a «táctica» de tudo ao monte e fé na revolução porque depois quem paga a factura não é quem foge para o exílio é quem fica cá.

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publicado às 00:11

||| O PRD perdeu um apoio de peso.

por Tomás Vasques, em 14.12.08

 Edmundo Pedro, apresentado como troféu de caça, deu um tiro no caçador, recusando ser um adereço na árvore de Natal.

 

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publicado às 20:43



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