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||| Apesar da «quadratura» a terra gira….

por Tomás Vasques, em 04.10.08

Lamento informar que, ao ouvir a TSF, fiquei a saber:

«As campanhas para as eleições presidenciais nos Estados Unidos estão, pela primeira vez, a dedicar uma atenção especial ao poder da Internet, recorrendo a blogues e à criação de meios de comunicação próprios, afastando assim os jornalistas como intermediários no contacto com os eleitores. ( …) Os jornalistas estão a perder o poder e o controlo sobre a informação que tinham na era industrial», mas isto é apenas o começo da «revolução», onde o leitor já vai verificar a informação dos media junto de outras fontes, alertou. O especialista em jornalismo digital sublinhou que esta realidade tem «um impacto muito grande» na política, porque «as pessoas participam nas noticias, reclamam e verificam».

 

Tudo isto é muito aborrecido para a tese da «lixeira», mas já conhecemos a condenação de outras «lixeiras» feitas pela Inquisição.

 

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publicado às 00:56

||| Provérbios.

por Tomás Vasques, em 03.10.08

Quem não se sente não é filho de boa gente (ou está todo o mundo a pensar que faz parte do 1 por cento?).

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publicado às 23:50

Haverá algum motivo que eu não entenda para que os candidatos a autarca ou a deputado, quando se aproximam os actos eleitorais, criarem um blogue que no dia a seguir ás eleições desaparece da «lixeira» quase sem deixar rasto? Não vou dar exemplos porque incomodaria tanta gente que, só de pensar, fico incomodado.

 

 

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publicado às 23:43

António Costa, presidente da Câmara de Lisboa, mostrou ontem, na Quadratura do círculo, a sua frontalidade e o seu desapego ao poder. Mesmo sabendo, como sabe, que a forma como caracterizou a «blogosfera» lhe pode custar milhares de votos, não deixou, por isso, de dar a sua opinião.

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publicado às 20:25

 

 

Leio-o por aí que, ontem à noite, num programa de televisão que dá pelo nome de Quadratura do Círculo, esta «coisa» a que se convencionou chamar blogosfera foi rotulada de «submundo» e «lixo». É a opinião de duas pessoas respeitáveis. No entanto, se me é permitido, aqui do fundo do «submundo», discordar, eu discordo! E apesar de discordar, compreendo as razões que sustentam a «tese» do lixo e do submundo.  Antes, a mediação entre a política e os cidadãos era feita exclusivamente através da «comunicação social», o que significava que os jornalistas e os profissionais da crónica política detinham o monopólio da informação e da opinião. A «função política» tinha entre os seus atributos o saber «controlar» a «realidade» mediatizada. A blogosfera, mais do que submundo ou lixo, é um fenómeno que permitiu democratizar a opinião, sujeitando a «função política» a um prestação de contas mais severa e sem possibilidade de controlo, na medida em que a blogosfera é, ao mesmo tempo, atomizada e global. Na passada, desvaloriza a «função» de cronista político, vulgarizando a sua «qualificação»). Daí, a necessidade de, num primeiro momento, os principais afectados pelo fenómeno procurarem desqualificá-la junto da opinião pública (sem perceberem que a blogosfera é já uma parte importante da opinião pública e publicada). José Pacheco Pereira explicou, em meia dúzia de palavras, a essência do fenómeno «blogosférico»: «Tenho mais poder no Abrupto que como secretário de Estado» (Diário de Notícias", 27-07-2008). Ora, se o autor do Abrupto, através do seu blogue, tem mais poder do que um secretário de Estado, pode-se facilmente concluir que a blogosfera no seu conjunto tenha (ou possa vir a ter) mais poder do que um primeiro-ministro. É neste «poder» que reside a preocupação de quem lhe desagrada este novo «poder», incontrolável, mas democrático. Neste sentido, se pode entender também as palavras de Pedro Magalhães: «A blogosfera começa a ter um peso enorme na actividade política, especialmente nos Estados Unidos. É a verdadeira consciência crítica da actividade política.» (no programa de Pedro Rolo Duarte, Abril de 2007). Este tema é interessante e merece um amplo debate, sobretudo entre os que «vegetam nos caixotes do lixo»

 

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publicado às 19:15



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