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||| Interpretação autêntica.

por Tomás Vasques, em 17.12.08
«Acho que é preciso reconfigurar a esquerda portuguesa mas isso não se faz 
sem os eleitores, militantes e simpatizantes do Partido Socialista. Não estou 
interessado em criar um clubezinho. Quero que a democracia seja clara e 
transparente. Que as forças conservadoras se assumam e que a esquerda seja 
esquerda, é isso que eu quero».
 Manuel Alegre, ontem na SIC Notícias.

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publicado às 14:02

||| O poeta é um fingidor.

por Tomás Vasques, em 15.12.08

Caro Pedro: não sei ainda se as dúvidas se dissiparam. Segundo nos contam, a última frase de Fernando Pessoa, antes de se finar, foi «Eu não sei o que o amanhã trará». Mas, mesmo às portas da morte, não é de fiar porque ele já nos tinha avisado que «o poeta é um fingidor».

 

[Adenda: «Falei de alternativa de poder, não disse que ia fazer um partido, nunca falei em partido. Disse que depois de termos quebrado o tabu de que a esquerda não dialoga, há outro tabu que é preciso quebrar que é o de que a esquerda não quer ser poder»

 

Manuel Alegre, declaração ao Público de 16.12.08.]

 

 

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publicado às 21:50

||| O canto e as armas.

por Tomás Vasques, em 14.12.08

 

Manuel Alegre, a quem o BE, em boa hora, concedeu o privilégio de encerrar um tal «fórum de serviços públicos», disse que as ideias aí produzidas são para ir a votos. Acho bem. Quanto mais «ideias» a votos, melhor. Enriquece as escolhas de quem vota e, consequentemente, enriquece a democracia. No entanto, não esclareceu se ele, Manuel Alegre, decidiu levar essas «ideias» a votos; se entrega ao BE essa missão ou se as vai levar conjuntamente com o BE. Em matéria de convicções não se pode ser calculista, decidir em função de expectativas eleitorais. Ou se acredita ou não se acredita nas «ideias». Se se acredita, não se deve temer o isolamento, o fiasco eleitoral, o desaire. A convicção não é compatível com o calculismo. Se Manuel Alegre não esclarece em breve quem vai levar essas «ideias» a votos corrói a sua credibilidade política. Permite que as más-línguas – e por aí há muitas – associem as suas «ideias» à vaidade pessoal ou à candidatura à presidência da República. Manuel Alegre deve desmentir as más-línguas. Manuel Alegre não é, pelo seu passado, um mero candidato presidencial derrotado, como Ségolène Royal. Ele esteve na primeira linha da luta contra a ditadura até 1974, contra o PCP e a extrema-esquerda, em 74/75, com um governo do PS com o CDS e outro com o PSD na defesa da democracia, da integração europeia, das revisões constitucionais, da recuperação económica, das privatizações. Não pode, por isso, deixar em mão alheias a defesa das suas «ideias».

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publicado às 22:25

||| O PRD perdeu um apoio de peso.

por Tomás Vasques, em 14.12.08

 Edmundo Pedro, apresentado como troféu de caça, deu um tiro no caçador, recusando ser um adereço na árvore de Natal.

 

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publicado às 20:43

|||Albergue espanhol.

por Tomás Vasques, em 13.12.08

Amanhã há uma sessão pública de «comunicabilidade das esquerdas». Para quem sabe como estas «coisas» funcionam (qualquer pessoa com um mínimo de experiência política e de conhecimento das realidades políticas, como escreve Vítor Dias) trata-se de uma balão de ensaio para uma alternativa política, orquestrada a duas mãos: BE e Manuel Alegre. O resto é enfeite para compor a árvore de Natal.  

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publicado às 15:20



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