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Agosto, o mês da preguiça.

por Tomás Vasques, em 08.08.11

Tal como a Europa, Agosto, o mês da preguiça, já não é como era, mas ainda não é como vai ser. Para o ano será pior. Muito pior.

 

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publicado às 15:08

Os coveiros..

por Tomás Vasques, em 07.08.11

 

 

 

Parecem dois namorados a passear, mas não são. São coveiros. Os coveiros da União Europeia.

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publicado às 21:03

Notícias.

por Tomás Vasques, em 05.08.11

Passo a correr, na diagonal, os olhos pelos jornais e leio: 1. os partidos da oposição na Alemanha exigiram hoje que a chanceler Angela Merkel regresse de férias a fim de tratar de assuntos sérios; 2. uma funcionária do hospital de Évora suicidou-se hoje naquela unidade hospitalar durante uma visita do ministro da Saúde; 3. «indignados» ocupam de novo a Puerta del Sol, em Madrid. Estas notícias, aparentemente, não têm relação entre si. Mas é só na aparência. Estão, na realidade, intimamente relacionados. Fazem parte do mesmo problema. 

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publicado às 23:15

Divertimentos de Agosto.

por Tomás Vasques, em 03.08.11

A notícia de que o grupo parlamentar do PSD fez uma chamada de falsa emergência para o 112 para testar o tempo de resposta do serviço é do arco-da-velha. Para a semana, para mais um teste, devem estar a telefonar para os bombeiros a dizer que há fogo no palácio de São Bento. E depois, ainda em Agosto, telefonam para a equipa de minas e armadilhas da PSP a dizer que há uma bomba no gabinete do primeiro-ministro. Não há férias no Parlamento, mas vai ser uma diversão.

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publicado às 23:03

Eutanásia política.

por Tomás Vasques, em 02.08.11

Nos Estados Unidos, Republicanos e Democratas chegaram a um acordo que mais parece a aprovação da eutanásia política. Com um bocado de sorte ainda vou ter tempo de vida suficiente para ver um chinês à frente da Reserva Federal dos EUA. Não. Não falo em sentido figurado.

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publicado às 23:12

O BPN.

por Tomás Vasques, em 02.08.11

O BPN é um banco que resultou directamente do cavaquismo. E tanto assim é que o próprio Cavaco Silva fez um negócio de compra e venda de acções não cotadas a preço de amigos. O BPN foi, desde o começo, uma vigarice, uma fraude completa com a aparência de um banco. Um caso de polícia que se arrasta nos tribunais. Agora, depois dos milhões enterrados, só podia ser vendido a alguém que não pusesse cá fora toda a lama que há lá dentro.

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publicado às 22:56

O colapso da social-democracia europeia?

por Tomás Vasques, em 01.08.11

No início dos anos 70 do século passado - há 40 anos - o mundo vivia no fio da navalha. O império soviético estendia-se até Berlim, onde construíra um muro de separação, e disputava palmo a palmo a hegemonia mundial, ideológica, económica e militar, com os seus rivais americanos. O confronto nuclear entre os dois impérios era, então, uma ameaça permanente, enquanto os serviços secretos da CIA e do KGB espalhados por todo o mundo iam fazendo o trabalho de casa. Nessa altura, a Europa ganhava pujança económica e força política estratégica renascendo das cinzas da Segunda Guerra Mundial como um modelo social alternativo, a meio caminho entre o estatismo soviético e o liberalismo americano, assente principalmente no peso político e nas receitas ideológicas da social-democracia europeia. A Europa democrática lavara-se das suas devassas colonialistas e imperialistas e assumira-se como paladina da democracia, da solidariedade, e do Estado promotor do bem- -estar social. Homens como Willy Brandt, Olof Palme, Helmut Schmidt, Jacques Delors, Mitterrand ou Mário Soares, entre outros, protagonizaram este projecto europeu. Na mesma altura, os comunistas chineses, depois da cisão com os comunistas soviéticos, preparavam a China, ainda uma carta fora do baralho, para dar os primeiros passos num caminho de autonomia que a iria conduzir ao que é hoje uma das maiores potências mundiais. Neste tempo, tão longínquo que quase se perdeu nos confins da memória, mas tão próximo para ter sido ainda vivido pela minha geração, o modelo da Europa democrática concentrava, em si, a esperança no futuro, enquanto americanos e russos desbaratavam os seus créditos na guerra do Vietname ou na invasão da Checoslováquia.

 

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publicado às 17:02

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