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Eleições.

por Tomás Vasques, em 30.06.07


Marques Mendes deixou de ter qualquer pudor em relação à situação em que se encontra a cidade de Lisboa e sua Câmara. A sua única preocupação é o Governo e sua própria sobrevivência à frente do PSD. Bem podia dizer que o seu candidato a Lisboa tem melhores condições para solucionar o estado de paralisia a que a cidade chegou. Mas não. Prefere concentrar a sua atenção no Governo: «um voto no PS é um voto no Governo, um balão de oxigénio que o Governo não merece». Está à vista porque motivo Marques Mendes quer o referendo ao Tratado da União europeia. Caso se venha a realizar irá dizer: «votar sim ao Tratado é um voto no Governo, um balão de oxigénio que o Governo não merece». Marques Mendes é claro: sacrifica Lisboa, sacrifica a Europa e mais o que lhe aparecer pelo caminho à sua sobrevivência política. Vai ser o último a saber que por este caminho não vai lá.

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publicado às 23:34

Coisas do arco da velha.

por Tomás Vasques, em 30.06.07



O Tiago e o Nuno Ramos de Almeida abriram-me o apetite para ler uma insurgente de nome Patrícia Lança. Diverti-me imenso com a leitura. Eu não conheço pessoalmente nenhum exemplar destes – assim, ao vivo e a cores – mas pressentia que ainda existem. Mas, penso, a prosa da senhora D. Patrícia não tem nada a ver com «novos inimigos da civilização democrática» ou qualquer coisa de natureza «ideológica». Com religião ou com Bush. Com liberalismo ou com fundamentalismo. É só sexo e fantasias. É apenas uma posição defensiva, na linha do provérbio popular: «quem tem cu, tem medo». É só isso!

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publicado às 20:02

Distracções (2).

por Tomás Vasques, em 30.06.07
Escrevi aqui que nós, portugueses, somos muito «distraídos», a propósito das declarações do Ministro da Saúde que originaram o «caso Vieira do Minho». Mas, apesar das ditas declarações terem sido proferidas em Agosto, com o pessoal a banhos, alguém deu por elas. Anoto pelo menos duas referências ao assunto em tempo oportuno: Pedro F. (ContraFactos & Argumentos), a 9 de Agosto de 2006, e Paulo Gorjão (Bloguítica).

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publicado às 09:41

Não acredito!

por Tomás Vasques, em 30.06.07
Carlos Manuel Castro (Tugir) tem um post, desde do dia 27, onde inscreveu a frase «O fim». Não acredito! O Tugir é um património colectivo. Depois do dia 15 de Julho tudo volta à normalidade.

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publicado às 01:13

Até amanhã.

por Tomás Vasques, em 30.06.07

«O encontro» - é o título de uma da últimas obras do meu amigo Ricardo Paula.

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publicado às 00:59

Distracções.

por Tomás Vasques, em 30.06.07


Nós, portugueses, somos muito «distraídos». Entre nós é natural um Ministro da Saúde dizer numa entrevista: «Nunca vou a um SAP nem nunca irei». Ou seja, o Ministro da Saúde dá-se ao luxo de desvalorizar os cuidados médicos prestados por um serviço na sua dependência a que recorrem milhares e milhares de portugueses. Esta tirada não passaria incólume na maior parte dos países europeus. Seriam pedidas explicações detalhadas sobre o sentido da declaração, senão mesmo a exigência da sua demissão. Mas, entre nós, ninguém deu por isso. Ou melhor, deu por ela um médico do Centro de Saúde de Vieira do Minho. E comentou a frase de forma apropriada, como qualquer pessoa de bom senso o faria. Quase um ano depois, demos pela «coisa». E só lá chegámos porque o ministro em causa, há seis meses, deu realce à sua afirmação com uma atitude intolerante. Mas, mesmo hoje, ninguém questionou o essencial: a frase do senhor Ministro. Ficamos pelo acessório. Somos mesmo um povo distraído!

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publicado às 00:10

A democracia agradece.

por Tomás Vasques, em 29.06.07

Vamos ver se nos entendemos: os casos do professor Charrua, na Direcção Regional de Educação do Norte, e da directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho, na Administração Regional de Saúde do Norte (escrevo o nome dos organismo por extenso para evitar percalços ao Dr. Negrão) não aconteceriam, ou dificilmente aconteceriam, caso aquelas direcções regionais não fossem meras extensões partidárias do poder central. Enquanto estes cargos estiverem à mercê da sanha insaciável dos aparelhos partidários do PS e do PSD, os quais exigem «vingança» sempre que muda o partido no governo, não nos livramos destas andanças sul-americanas. Aproveitem a reforma da Administração Pública para profissionalizar estes cargos e acabar de vez com estes «deveres de lealdade» partidários. A democracia agradece.

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publicado às 11:58

Ao que isto chegou...

por Tomás Vasques, em 28.06.07

Ler os outros.

por Tomás Vasques, em 28.06.07
Eduardo Pitta não é de meias-tintas ao escrever sobre as propostas de revisão do Código do Trabalho.
Pedro Correia não deixa passar nada: apanhou Fernando Negrão a tomar duche de roupão…
Pedro Morgado escreve sobre a ilusão do referendo ao Tratado.

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publicado às 22:26


Foi hoje conhecida a história da demissão da directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho por alegada «quebra de lealdade». O próprio Ministro da Saúde, Correia de Campos, sujou as mãos na exoneração da senhora. Ao que consta, a directora do Centro de Saúde não retirou das instalações do centro um cartaz contendo declarações do ministro Correia de Campos «em termos jocosos». A directora não colocou o cartaz, apenas não o mandou retirar, nem deu conhecimento à hierarquia, segundo um assessor de imprensa da Administração Regional de Saúde do Norte. Desconheço o conteúdo do cartaz. Mas, provavelmente, não é mais que uma daquelas piadas brejeiramente portuguesa a merecer uma boa gargalhada de qualquer democrata. Mesmo do próprio visado, naturalmente. Exonerar a directora do Centro de Saúde porque não fez de delatora e não «investigou» quem colocou o cartaz, como sugere o referido assessor de imprensa, é um caminho perigoso. Aqui, em Portugal, como em qualquer país democrático. Cabe perguntar: estamos perante um caso de «quebra do dever de lealdade» de um funcionário ou estamos a entrar numa clima de intimidação que irá, certamente, acabar mal?

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publicado às 21:52

Telhados de vidro.

por Tomás Vasques, em 28.06.07
«IGAT propõe dissolução da Câmara de Setúbal».

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publicado às 19:47

A história recente contada por um comunista.

por Tomás Vasques, em 28.06.07
«Foi ontem, quarta-feira, 27, que a Grã-Bretanha, sufocada e desiludida por um sistema de governo impróprio de uma democracia que o primeiro-ministro Tony Blair lhe impusera, se viu livre daquela que se transformou, gradualmente, na mais detestada personalidade política que ocupou o N.º 10 de Downing Street desde há 150 anos. (...) Tony Blair era e é, na verdade, um agente ao serviço do capitalismo. Serviu-o, diligentemente, e é por isso que o presidente americano o encarregou já de representar os interesses imperialistas ante os protagonistas dos conflitos no Médio Oriente. A pátria de Blair, um distinto ‘barrister’ no sistema judicial britânico, não é a Grã-Bretanha, isso está provado desde há muito. A sua pátria é o capitalismo
Manoel de Lencastre, Avante, 28.06.2007 (sublinhados meus).

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publicado às 10:00

Fundações.

por Tomás Vasques, em 27.06.07
A Oliveira Salazar coube-lhe em sorte Calouste Gulbenkian. A José Sócrates saiu-lhe Joe Berardo. A arte e a cultura não tem culpa, nem de um, nem de outro...

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publicado às 22:59

Referendos.

por Tomás Vasques, em 27.06.07
Não me sensibiliza o argumento «democrático» dos paladinos do referendo ao novo Tratado da União Europeia. Não acredito na ladainha hipócrita do PCP e do Bloco, do tipo: «Deve ser o povo a decidir», mas compreendo as suas motivações políticas contra o governo e contra «esta» Europa – ainda por cima uma Europa que em menos de vinte anos integrou a maior parte das «repúblicas socialistas». Compreendo, também, que Marques Mendes defenda a realização do referendo: um líder da oposição frágil e sem propostas alternativas tem de agarrar todas as oportunidades que lhe saem ao caminho. O resultado do referendo – se se realizar –, seja qual for, quer quanto à participação, quer quanto à votação, não o ajudará politicamente em nada. Talvez, antes pelo contrário. Mas, só de pensar que José Sócrates quer fugir ao referendo (com o apoio de Cavaco Silva), até lhe brilham os olhos. No entanto, não é líquido que José Sócrates quer fugir ao referendo. A única coisa que é líquida é que não quer denunciar a opção antes de Outubro, após a aprovação do texto do Tratado. Depois, talvez a realização do referendo lhe dê jeito…De qualquer forma, resta saber se nessa altura ainda é Marques Mendes que está à frente do PSD.

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publicado às 22:34

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publicado às 21:25

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