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por Tomás Vasques, em 06.12.06
ANIVERSÁRIOS (3)
Jorge Ferreira decidiu comemorar mais um aniversário com um new-look e uma nova morada, continuando como sempre a Tomar Partido.

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publicado às 00:25

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por Tomás Vasques, em 05.12.06
PERDOAI-LHES PORQUE ELES NÃO SABEM O QUE ESCREVEM.



Há muitos anos que não lia num só parágrafo tantos disparates factuais, tanta ignorância histórica e política, tanta alarvidade ideógica. Nem os escribas do Avante conseguem tal proeza. São cabecinhas pensadoras destas que, enredadas numa tenebrosa teia de falsidades, estão naturalmente impossibilitadas de compreender porque razão a América Latina, de lés a lés, atravessa o presente ciclo político. Não resisto a trancrever o parágrafo a que me refiro (sublinhados meus):

"Para Pinochet agonizante, as flagelações estatísticas dos três mil desaparecidos, do golpe de 73, das torturas e da morte de Allende. Esquecem-se as vestais que o general foi alcandorado ao poder na iminência de um golpe comunista em avançada fase de preparação em La Moneda. Comissários de Castro encontravam-se em Santiago assessorando um presidente minoritário que executava uma política anti-constitucional que estava a precipitar o Chile no vórtice da pré-guerra civil. Allende lançara mão de uma política que violava a Constituição, os direitos individuais, de propriedade e de associação. Num quadro de subversão marxista em toda a América do Sul, os militares chilenos desencadearam um golpe preventivo, impuseram um regime autoritário que cometeu inúmeros atropelos, mas nunca degenerou numa solução totalitária. Pinochet elevou o Chile à categoria de economia avançada, com uma sociedade civil forte, interventora e responsável. Que eu saiba, nunca um tirano comunista se apresentaria a eleições questionando o povo sobre a sua permanência no poder. Pinochet submeteu-se ao voto dos seus concidadãos, perdeu e afastou-se. Deixou um Chile próspero, democrático e progressivo que continua a fazer a inveja de todos os seus vizinhos."

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publicado às 23:56

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por Tomás Vasques, em 05.12.06
ATÉ AMANHÃ.


Eider Astrain, óleo y carboncillo sobre lienzo

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publicado às 02:12

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por Tomás Vasques, em 05.12.06
OLIVENÇA.


Há por aí uns gajos simpáticos – o grupo de amigos de Olivença – que dedicam os seus tempos livres à nobre tarefa de devolver às gentes de Olivença a pelintrice portuguesa, como quem se dedica a coleccionar borboletas. Em 1801, um amante da rainha Maria Luísa, o general Godoy y Alvarez de Faria Rios Sanchez Zarzosa, durante aquela bagunça das invasões francesas, levou-nos a aldeia alentejana tão reclamada. Passados 200 anos, consta que os portugueses raianos vão em romaria a Olivença. Não vão por fervor patriótico, mas para fazer compras: a gasolina é muito mais barata e o IVA é apenas 16%.O caricato é que, segundo leio nos jornais, um tribunal português, ignorando as mais elementares regras de direito internacional, deu seguimento a uma queixa apresentada pelos nossos simpáticos amigos de Olivença, constituindo arguidos alguns responsáveis espanhóis por estradas e obras, incluindo um ministro (ou ex-ministro, não percebi bem) do governo espanhol por terem realizado obras numa ponte fronteiriça (sem autorização do IPPAR). A decisão do Tribunal da Relação de Évora (estou a falar pelos jornais, não li nenhuma sentença e, por isso, posso estar a ser impreciso) é hoje tratada, com simpatia, pelo El País. Mas, em casos deste tipo, a simpatia é a antecâmara da anedota.

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publicado às 02:09

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por Tomás Vasques, em 05.12.06
MINGUANTE.

Saiu o número 3 de Minguante.

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publicado às 00:31

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por Tomás Vasques, em 04.12.06
CAMARATE.


Vinte e seis anos depois da morte de Francisco Sá Carneiro, Primeiro-ministro em exercício e do ministro da Defesa, Adelino Amaro da Costa, as polícias de investigação, o Ministério Público, os Tribunais e o Parlamento não foram capazes de produzir uma acusação e um julgamento dos presumíveis responsáveis pelo atentado, caso se tenha tratado de um atentado. Alguém acredita que, hoje, seja através de um “procurador especial”, seja através de qualquer outro expediente legislativo se venha a esclarecer o que se passou ao começo da noite daquele 4 de Dezembro? Porquê, então, agora, esta azáfama “justicialista”? Só tem uma explicação: é uma arma de arremesso político para “inglês ver”, isto é, o “Zé povinho”, porque Sá Carneiro teve o mérito de se libertar da lei da morte.

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publicado às 23:46

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por Tomás Vasques, em 03.12.06
DITADURAS.
Meu caro João: no teu estilo peculiar, dizes que “Pinochet permitiu que o Chile fosse o que é hoje numa depauperada América Latina”. Não estou de acordo porque tal conclusão não corresponde à história. O Chile é o que é hoje graças à sua secular cultura democrática, apenas interrompida pela mais feroz ditadura sul-americana (que nem Fidel Castro conseguiu igualar). O Chile é o único país da América Latina em que, praticamente desde a Independência, sempre se viveu em democracia, pelo menos desde a eleição de Manuel Blanco Encalada, em 1886, passando mesmo por uma República Socialista efémera, em 1932. Os dezassete anos de ditadura de Pinochet são uma nódoa na cultura democrática chilena que nenhum chileno quer recordar.

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publicado às 16:29

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por Tomás Vasques, em 03.12.06
VENEZUELA A VOTOS.





Quase 16 milhões de eleitores venezuelanos escolhem, hoje, o Presidente da República, entre 16 candidatos. Hugo Chàvez reune, segundo a sondagem mais favorável, 59% das intenções de voto, enquanto Manuel Rosales tem 27%. De acordo com a sondagem menos favorável a diferença entre os dois candidatos é de 45%-33%.
El Nacional publica hoje uma entrevista com Oscar Schémel, presidente de uma agência de investigação de opinião pública e mercado:
—Según esta evolución que ustedes ven en el pensamiento político del venezolano, ¿con qué tendencia política se identifica el país?
—Sin duda es de centro, socialdemócrata. Quiere una modernización de la democracia y de la economía, con igualdad de oportunidades.
—¿Cuáles son los rasgos exitosos del liderazgo de Hugo Chávez?
—Más que un líder político, él es un líder religioso que alimenta la fe de los sectores populares. En nuestros análisis cualitativos, la gente lo percibe como un hombre bueno, que quiere a Venezuela. Creen que está mal rodeado, por eso su gestión es muy impopular, mientras que el jefe permanece con mucha popularidad. Sin embargo, se le critica por su lenguaje ofensivo y grosero, sus peleas constantes, los viajes y los regalos a otros países. Estas visiones son compartidas por chavistas y antichavistas. Entre ambos bandos hay afinidades, por ejemplo: más del 70% desea que surja un nuevo liderazgo; más del 80% critica la confrontación con Estados Unidos; más del 80% cuestiona los ataques a la propiedad privada; más de 80% cuestiona la afirmación de que ser rico es malo, y casi 80% considera natural la existencia de empresarios y trabajadores, lo que indica que no hay una lucha de clases marxista en el país.
—Si hay una conexión casi religiosa en la que hay un profundo apego, cuesta creer que 70% desea un nuevo liderazgo.
—En algún momento la repetición de los discursos de los líderes carismáticos se convierte en una rutina que los afecta y desgasta. Eso está ocurriendo y se nota en el crecimiento de la abstención entre los simpatizantes tradicionales de Chávez. Hay descontento, pero no se produce una ruptura porque no existe otra alternativa. Yo me atrevería a decir que el chavismo está en un etapa culminante, pero, como en las telenovelas, no hay fecha del capítulo final.
(Entrevista integral.)

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publicado às 09:17

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por Tomás Vasques, em 01.12.06
DIA MUNDIAL CONTRA A SIDA: IMAGENS.







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publicado às 21:36

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