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por Tomás Vasques, em 29.04.06
A Itália a conta gotas













O candidato da coligação liderada por Prodi à Presidência do Senado italiano, Franco Marini, não conseguiu ser eleito após três votações que se prolongaram pela madrugada. O candidato de Silvio Berlusconi, Giulio Andreotti, continua na corrida. Hoje há uma quarta votação.

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publicado às 10:51

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por Tomás Vasques, em 29.04.06
Onde estão os defensores da liberdade de expressão? O Vaticano, pela boca do secretário da Congregação para a Doutrina e a Fé, arcebispo Angelo Amato, pediu aos católicos o boicote do filme O Código da Vinci.

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publicado às 10:19

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por Tomás Vasques, em 28.04.06
Lisboa 2006
(Foto TV, jr)

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publicado às 22:57

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por Tomás Vasques, em 28.04.06
O discurso do Senhor Presidente visto de estibordo e de bombordo:

Triste sina:Mais surpreendente do que o discurso com que o professor Cavaco Silva decidiu abrilhantar o 25 de Abril foi o coro de elogios hiperbólicos e de interpretações estapafúrdias que a nata do país lhe dedicou, tentando dar peso e significado a uma intervenção que, bem vistas as coisas, se ficou pelo enunciado do mais estafado lugar-comum. Ao pronunciar-se contra a exclusão social, sem se deter nas suas causas, nem definir formas de a combater, o novo Presidente da República limitou-se a debitar um conjunto de boas intenções, que todos sem excepção partilham, devidamente condimentado por velhinhos sem tecto, mulheres espancadas por maridos alcoólicos e crianças indefesas, limitadas nos seus justos e precários anseios. Nada que uma candidata a um concurso de beleza não tenha alinhavado na sua cabecinha, quando chega a hora da vitória e o momento de revelar publicamente que gostaria de acabar com a pobreza em geral e com a fome dos mais desfavorecidos. É evidente que ninguém se dá ao trabalho de andar por aí perguntar às misses de todo o mundo como é que elas tencionam contribuir para esse louvável propósito. Mas seria de esperar que a reacção a um discurso presidencial fosse um pouco mais exigente e não resvalasse unanimemente para um entusiasmo pueril perante um "compromisso cívico" em torno de meia dúzia de vacuidades. Constança Cunha e Sá, no Público.
Um discurso "significante":O discurso é expressão clara de uma coabitação que actualiza o conceito de cooperação estratégica. O exemplo mais claro disso é a referência de modo explícito ao PNAI (Plano Nacional de Acção para a Inclusão), que foi revelado no dia seguinte pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 40/2006. Ou seja, o Presidente da República usou esta oportunidade para ampliar o significado de uma medida governamental que ainda não fora publicada, para lhe dar uma visibilidade que nunca teria sem tal referência; no fundo, optou nesta sua primeira intervenção de alto coturno político por se "colar" a uma estratégia governamental. A felicidade estampada na cara do primeiro-ministro e os aplausos da bancada socialista não enganam. (...) Com mágoa e raiva o digo: deve ser muito difícil encontrar no mundo mais desenvolvido elites mais egoístas, com menos sentido social, mais desinteressdas com as dores dos que são trucidados pela roda da vida e com o sofrimento dos seus concidadãos, do que as elites portuguesas. Com raras e honrosas excepções, os grandes patrimónios portugueses, as grandes empresas que têm lucros muito vultuosos, os tycoons que acumulam fortunas rápidas, nada fazem para acudir aos excluídos, não dão nada de seu para tentar minorar as dores dos danados da terra. Por isso é politicamente cheio de "significado" este apelo a uma "mobilização geral, uma verdadeira campanha em prol da inclusão social". O apelo, e o que pressupõe, pode exprimir a base teórica e anunciar a dinâmica ideológica do quinquénio cavaquista. O que para muitos será considerado um paradoxo: o Presidente eleito por uma base de apoio mais à direita poderá fazer da inclusão social a razão de ser do seu magistério.Mas este só é um paradoxo para quem não estuda História. Em épocas de profunda reestruturação económica, num momento histórico em que temos ainda os pobres das sociedades tradicionais, já os pobres das sociedades em transição acelerada e até os pobres das sociedades pós-industriais (como há 20 anos - sem que ninguém ligasse - tantas vezes escrevi), o puro instinto de sobrevivência (à falta de alguma virtude teologal) deverá levar os mais favorecidos a redistribuírem parte do que acumularam. Assim seja! José Miguel Júdice, no Público.

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publicado às 20:14

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por Tomás Vasques, em 28.04.06

Merece destaque
Ellen Gracie , sem lei de "paridade" a que se encostar, tornou-se a primeira mulher a ocupar a presidência do Supremo Tribunal Federal do Brasil, tendo tomado posse a 27 de abril de 2006.

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publicado às 01:35

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por Tomás Vasques, em 28.04.06
Até amanhã
(lahuida)

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publicado às 01:11

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por Tomás Vasques, em 28.04.06
Deportation - O Video. (Resultado da acção do senhor MNE?)

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publicado às 00:45

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por Tomás Vasques, em 28.04.06
Silêncios comprometedores: hoje houve propostas do Governo para a reforma da Segurança Social. O debate sobre esta importante questão está lançado. Significativo é que, até ao momento, os habituais comentadores bloguisticos, sobretudo os que reduzem toda a actividade do governo a meros actos de propaganda, ainda não tiveram disponibilidade para escrever umas palavrinhas. Será cansaço?

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publicado às 00:10

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por Tomás Vasques, em 27.04.06

Glicínia Quartin

«Não sei do que gosto mais, se de ouvir o que pensa (que não pára de pensar), se de a ouvir contar tanta vida que viveu (que não sabe estar parada sem viver), se de a ver brincar (que a vida para ela tem de ser festa). Gosto de a ver representar: pensa, mexe-se, brinca, imagina e enquanto representa conta coisas que conhece do que viu nos outros. Conversa, de facto (“não achas?”, “lembras-te?”, “e tu?”, “quero perguntar-te uma coisa”), curiosa de mim, de ti, de todos os outros e de todas as coisas, firme no que decide e a querer saber o que o outro quer, sempre a pedir esse “tu”. Inventa-se e inventa espaço. Transporta a alegria. Sem peso. Sempre em movimento. Porque vive em sedução. E porque ama como ninguém a sua e a minha e a tua e a nossa liberdade. Há mais actriz? Há mais pessoa? Melhor amiga
Luís Miguel Cintra

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publicado às 23:54

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por Tomás Vasques, em 26.04.06
Um presidente, uma maioria, um governo (3): «assistimos ontem a um pronunciamento quase sem assunto, insignificante. A exclusão social é, certamente, um dos problemas crescentes do país. Mas a proposta de "compromisso cívico" feita por Cavaco para a inverter resultou oca e banal. Sendo dirigida a todos e mais alguns, não foi dirigida a ninguém. Será absolutamente inconsequente, não admirando, por isso, que tenha agradado especialmente a José Sócrates. Acabou por parecer um daqueles slogans a favor da paz e do fim da fome no mundo, ditos no meio de concertos rock para empolgar as plateias.» Paulo Ferreira, Público.

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publicado às 07:57

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por Tomás Vasques, em 26.04.06
Um presidente, uma maioria, um governo: (2) «25 de Abril é sempre que um homem quiser: Como provou o discurso do Presidente da República, a vitória da direita acabou no dia em que Aníbal Cavaco Silva foi eleito. Quem esperava liberalismo, foi ao engano. A mim nunca me enganou, ainda que tivesse votado nele. A direita - liberal - que se organize, que não é por Belém que virão as tais reformas indispensáveis. E viva o 25 de Abril!» (No ABC)

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publicado às 01:54

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por Tomás Vasques, em 25.04.06
Um presidente, uma maioria, um governo: neste 5 de Outubro o Presidente fez um discurso inóquo defraudando quem o elegeu como lider da oposição. Mesmo assim, entre os seus apoiantes, houve quem gostasse. Benza-os Deus!

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publicado às 18:17

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por Tomás Vasques, em 25.04.06
Até amanhã
Ilustração de Adam Hughes

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publicado às 01:12

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por Tomás Vasques, em 25.04.06

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por Tomás Vasques, em 25.04.06
Paris Hilton desfila roupinhas de Julien Mc Donald no London Fashion Week

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publicado às 00:46

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