Segunda-feira, 5 de Julho de 2010
Cuba, triste Cuba.

 

Há gente, por cá, no nosso país, que se arvora em «defensores dos trabalhadores» e de «amplas liberdades». É uma treta: são apenas cúmplices de ditaduras ferozes que espezinham os mais elementares direitos humanos, as liberdades e a democracia. O Granma, órgão oficial do Partido Comunista cubano, dirigido por dois implacáveis ditadores, os irmãos Castro, «noticia» a morte, para breve, do dissidente Guillermo Fariñas em greve de fome pela libertação de uma dúzia de presos políticos. Sabemos que a história não perdoa: daqui a uns anos, a memória de Guillermo Fariñas será acarinhada como nome de rua ou de avenida em todas as cidades cubanas, enquanto os irmãos Castro desaparecerão da memória do povo ou apenas serão lembrados pelos seus crimes.

 

PS – O Granma já avisou que Guillermo Fariñas vai morrer para evitar que algum deputado europeu venha dizer, à posteriori, que desconhecia a situação.

 



Por Tomás Vasques às 00:33
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