Quarta-feira, 7 de Abril de 2010
Para esto, más nos valdría ser gallegos (2).

Um ministro não é um director-geral e, por isso, está obrigado a fazer uma avaliação política das consequências de uma determinada decisão para além do uso dos critérios de aplicação geral.

 

Ler mais no Aparelho de Estado.



Por Tomás Vasques às 16:16
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